sexta-feira, 4 de abril de 2008

Cena da Paixão de Cristo em 2008


Cena da Paixão de Cristo em 2007


Cena da Paixão de Cristo em 2006


Cena da Paixão de Cristo em 2005


Cena da Paixão de Cristo em 2004


Cena da Paixão de Cristo em 2003


Cena da Paixão de Cristo em 2002


Cena da Paixão de Cristo em 2001


Cena da Paixão de Cristo em 2000


Cena da Paixão de Cristo em 1999


Cena da Paixão de Cristo em 1998


Cena da Paixão de Cristo em 1997


Cena da Paixão de Cristo em 1996


Apresentação da Paixão de Cristo em 1995


Cena da Paixão de Cristo em 1994


1994 – não houve apresentação por falta de patrocínios. Daí a formação da Associação Teatral Monsenhor Oliveira – ATMO – com o objetivo de tornar-se pessoa jurídica e angariar recursos para os anos seguintes. Na contagem da ATMO até 2008 são 23 anos de teatro e 20 anos de apresentações.

Cena da Paixão de Cristo em 1993


1993 – A apresentação ganhou novos cenários: templos em tecidos e grades de madeira, melhor iluminação e som. Sistema de gravação de play back já incluindo fundo musical.

1992 – A prefeitura cedeu o prédio da CIBRAZEM e terrenos anexos onde foi construído um palco único e fixo de terraplanagem para todos os cenários e cenas. A partir desse ano, contando com espaço fixo e local para guardar o material de uso para as apresentações, o teatro Paixão de Cristo toma novo impulso e começa a se reestruturar.

Cena da Paixão de Cristo em 1991


1991 – A apresentação aconteceu em um terreno de 60 x 8m à beira da estrada da barragem no Bairro Pontal. Propriedade particular da família de Toínho de Tony. O palco foi feito em terraplanagem e os cenários em madeira e compensado. A ascensão de Jesus contou com um mecanismo de cordas e roldanas suspensas por duas carnaúbas e efeito especial com muita fumaça.

Cena da Paixão de Cristo em 1989


1989 – Deu-se início a montagens de cenários, acréscimos de cenas como a ressurreição de Lázaro, perdão de Madalena, enforcamento de Judas, Jesus perante Pilatos, pré-julgamento dos sacerdotes e dessa vez a ascensão de Jesus foi realizada através de um macaco hidráulico, trazendo mais realidade e leveza à cena.

Cena da Paixão de Cristo em 1988


1988 – A apresentação, já mais aprimorada, ainda foi realizada no patamar da igreja, mas já contou com sistema de som, dublagem de todas as falas, registros fotográficos e mais de 40 participantes.

Cena da Paixão de Cristo Ano 2008


Resumo Histórico do Movimento Teatral da Paixão de Cristo em Quixeré

A década de 1980 foi para Quixeré uma época de mentes férteis em termos culturais com a juventude mobilizada em torno do CCC – Centro Cultural de Cordel – que adaptava a literatura de cordel para peças teatrais belíssimas e tinha como principais líderes os jovens: Antonio Manoel Filho, Veridiano Rodrigues, Domingos Sávio e Valderez. E a JUFRA – Juventude Franciscana que animava, através de seus membros, adolescentes e jovens nas tardes de Sábado tendo como palco o Centro Comunitário (hoje CVT).
Vem desses movimentos o Teatro Paixão de Cristo cujo embrião foi a peça “Vida de Cristo” com roteiro elaborado por Sebastião Santiago Lima – Presidente da JUFRA, Pedro Sérgio Moreira Leão, Maria Elizomar Almeida e José Genésio (Basinho) estudantes jufrenses em 1984.
A primeira apresentação aconteceu no Palco do Centro Comunitário em 1984 com vinte e quatro pessoas atuando em mais ou menos 30 cenas, contando a história de Jesus, do nascimento à ressurreição.
O mesmo grupo apresentou a mesma peça em 1985 em frente à Igreja Matriz com narração de Domingos Sávio.
Em 1986 o jovem Antonio Manoel Filho (Toínho de Tony) foi convidado para ser o Narrador e tudo ainda acontecia de forma muito simplória, pois não tinham figurinos próprios, cenários, sistemas de som e fotografia. Mas é desse ano que se conta o tempo de apresentação da Paixão de Cristo em Quixeré.
1987 – Não houve apresentação.
1988 – A apresentação, já mais aprimorada, ainda foi realizada no patamar da igreja, mas já contou com sistema de som, dublagem de todas as falas, registros fotográficos e mais de 40 participantes.
1989 – Deu-se início a montagens de cenários, acréscimos de cenas como a ressurreição de Lázaro, perdão de Madalena, enforcamento de Judas, Jesus perante Pilatos, pré-julgamento dos sacerdotes e dessa vez a ascensão de Jesus foi realizada através de um macaco hidráulico, trazendo mais realidade e leveza à cena.
1990 – Não houve apresentação.
1991 – A apresentação aconteceu em um terreno de 60 x 8m à beira da estrada da barragem no Bairro Pontal. Propriedade particular da família de Toínho de Tony. O palco foi feito em terraplanagem e os cenários em madeira e compensado. A ascensão de Jesus contou com um mecanismo de cordas e roldanas suspensas por duas carnaúbas e efeito especial com muita fumaça.
1992 – A prefeitura cedeu o prédio da CIBRAZEM e terrenos anexos onde foi construído um palco único e fixo de terraplanagem para todos os cenários e cenas. A partir desse ano, contando com espaço fixo e local para guardar o material de uso para as apresentações, o teatro Paixão de Cristo toma novo impulso e começa a se reestruturar.
1993 – A apresentação ganhou novos cenários: templos em tecidos e grades de madeira, melhor iluminação e som. Sistema de gravação de play back já incluindo fundo musical.
1994 – não houve apresentação por falta de patrocínios. Daí a formação da Associação Teatral Monsenhor Oliveira – ATMO – com o objetivo de tornar-se pessoa jurídica e angariar recursos para os anos seguintes. Na contagem da ATMO até 2008 são 23 anos de teatro e 20 anos de apresentações.
De 1995 a 2008 apresentações sucessivas e ininterruptas fazem a cada ano a consagração de uma história de muitos sonhos, união de esforços populares e exemplo de perseverança. Assim se resume a epopéia que é hoje liderada pelos artistas da ATMO, com apresentação de um dos maiores espetáculos de teatro ao ar livre do Ceará.
2008 - logo Após a Semana Santa, a ATMO reuniu seus membros para renovação da diretoria que é composta por 09 participantes e tem como atual presidente - Paulo Cesar Melo Costa, Vice-presidente - Regina Cláudia de Oliveira Sousa, 1ª secretária - Maria Luciana Xavier Lima, Diretor-geral - Antônio Manoel filho que é também o Relações pública do Grupo e atende pelo telefone (088) 3443 1483 ou pessolamente, no salão ateliê na rua João Batista de Oliveira, 240 Centro de Quixeré - Ceará