segunda-feira, 15 de agosto de 2016






VILA TOMÉ
Parte 01
 (Cópia autêntica do Livro "No Rasto da História Quixeré em foco")
Autoria: Maria Dalvany Alves de Lima
O distrito de Tomé fica localizado na Chapada do Apodi e seu povoado sede  encontra-se  geograficamente  dividido  entre  os  municípios    de Quixeré e Limoeiro do Norte. Passou a distrito pela Lei 11.159 de 20 de abril de 1985 e é distrito de Quixeré. Sua área rural está composta pelas seguintes comunidades: Cabeço da Santa Cruz, Cafundó, Cercado do Meio, Carrapicho, Carnaúba, Carnaubinha, Lagoa da Casca, São Francisco, Jucás, Queimada do Tatu, Mato Alto e Cedro e demais pequenas  localidades entre as supracitadas.
Por muitos anos a comunidade conviveu com dois nomes, a saber: Fátima e Tomé. A razão para isso é que desde os primeiros moradores, o local era conhecido por Tomé e até tinha uma casa com o nome THOMÉ escrito em alto relevo no reboco da parede frontal da mesma. Em 1940, o Padre Oliveira construiu uma capela consagrada à Virgem de Fátima e mandou escrever em letras pretas e maiúsculas a seguinte inscrição. FÁTIMA LUGAR DE ORAÇÃO E SACRIFÍCIOS”. Em 1989 essa capela foi demolida e seu lugar construída uma bem maior em 1990 e conservou-se a inscrição contida no frontispício da primeira. Também a casa que continha o nome THOMÉ, foi demolida por Raimundo de Batista e com ela foi-se o nome que já estava arraigado na memória dos tomeenses. Para criação do distrito foi feita a opção por este nome.
            Origem do Nome: Segundo informações passadas de geração em geração, o nome Tomé vem de um caçador do Rio Grande do Norte que assim se chamava. O relato popular conta que ele vinha caçando e encontrou uma pequena lagoa com muito gado bovino por perto. Para ele, esse era o sinal de que não havia, por ali, animais ferozes que pudessem atacar animais de grande porte, e homens. Assim, resolveu abrir uma clareira e construir um rancho para abrigo, permanecendo ali por três dias. De volta, encontrou o senhor João Batista Malhada com alguns vaqueiros que estavam a procura de seu gado. O mesmo pediu informações ao caçador e este lhe contou o que vira e indicou a direção da lagoa. Reconhecendo o gado como de seu rebanho, o senhor João Batista resolveu pernoitar ali mesmo e procurou o rancho que o caçador disse ter levantado. Encontrando-o ampliou e organizou-o melhor para abrigar a todos e o chamou de rancho do Tomé. Era então o inicio do verão de 1917. Daí em diante, sempre seguindo a trilha do gado, vaqueiros e caçadores combinavam de se encontrar no rancho do Tomé, por eles preservado como abrigo. Dada à altura da serra, o gado se mantinha mais nas pastagens da várzea e do pé-de-serra, procurando a chapada, por eles próprios, quase somente nos períodos de grandes invernos como nas cheias de 1917 e 1924. Foi em 1925 que o João Batista Malhada construiu um curral no Tomé.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

BRASÃO DE QUIXERÉ


BANDEIRA DE QUIXERÉ

A Bandeira do Município de Quixeré criada pelo Dr. Temístocles Brito de Sena, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo,  f Dr. Temístocles Brito de Sena, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo oi iniciativa da vereadora Maria Ivone Brito de Sena cujo projeto apresentado foi aprovado pela Câmera Municipal e sancionado pela   Lei Municipal  Nº.  19 de 11 de fevereiro de 1972, pelo prefeito Luis Lopes sombra.

             As cores e símbolos do nosso pavilhão representam as realidades individualizantes de nossa terra.
O Verde representa os carnaubais, marco paisagístico da Várzea.  
O Branco  representa a  paz, a pureza a integridade e o algodão, riqueza da chapada do Apodi até o início dos anos 80.      
 O azul símbolo de tendência para o infinito representa nosso céu.
             No centro da bandeira está o escudo dividido em três partes: na superior dominando-lhe a metade, tem-se o sol nascente réplica parcial das armas do nosso Estado. Na inferior, tem-se à esquerda do observador, o símbolo da serra e à direita, o rio que dera o nome à nossa cidade, que lhe é ribeirinha. Emoldurando o brasão tem na parte superior uma estrela simbolizando o ideal de nossa gente. E embaixo o dístico onde se lê “IN JURI EST ORD” no direito está a ordem. Ladeando-o, dois ramos de algodão. Afirmação clara e ostensiva da fonte de economia da época em nosso município.















quarta-feira, 9 de julho de 2014


                                                
IN MEMORIAN

Senhor João Batista dos Santos Neto.  Nasceu aos 05/04/1940 e faleceu aos 06/07/2014. Filho de Alexandre Rodrigues dos Santos e de Alzira Ferreira de Lima
Candidato a Vereador nas eleições de 1962 tornou-se suplente de 1963/66. Concorrendo em seguida às eleições dos dois turnos seguintes, elegeu-se Vereador na Gestão de Dr. Geová e Edmundo Bandeira, chegando a Presidente da Câmara em 1970. E a Vice-prefeito na gestão de Luis Lopes Sombra, de março de 1971 a 31 de janeiro de 1973, quando foi empossado Prefeito tendo como Vice Dr. Jeová Leão de Oliveira. Encerrando sua gestão em 31 de janeiro de 1977, foi nomeado representante do FUNRURAL em Quixeré, de 1978/82.
Nas Eleições de 1982 retorna à política, tendo mais uma vez Dr. Jeová Leão de Oliveira como vice-prefeito, tomando posse em 31 de janeiro de 1983 com mandato de seis anos.
Após os quatro anos da administração da Senhora Luzimar Bandeira, volta ao Executivo, como prefeito o Sr. João Batista dos Santos Neto com o vice José Batista de Lima.
Sua última atuação direta na política foi das eleições de 2004 a 2008 como vereador da Câmara municipal de Quixeré encerrando sua carreira política conforme começou.




terça-feira, 8 de julho de 2014

Quixeré perde nesse inicio de Semana (06/07/2014) um filho querido um grande cidadão e ex-político memorável por sua conduta ilibada. Deus ilumine seus caminhos. Senhor João Batista dos Santos Neto